Quando falamos SIM, e queremos falar NÃO.



Você já disse SIM para algo a que preferia dizer NÃO? Ou, você disse NÃO, para algo que gostaria de experimentar? Ou aquele  sonho que você tem, e que provável que não conseguirá realizar,  embora seja interessante tentar?

Pense que aconteceu com você na última semana, ou talvez nos últimos 30 dias ou quem sabe no último ano. Alias, quantas vezes na sua vida isso já aconteceu?

Agora pense: ainda é possível voltar atrás? Ou essa decisão é possível ser mudada? Talvez seja…

Que tal então, fazer valer a pena dessa experiência da próxima vez para dizer SIM?

Mas talvez não seja possível. Então, vamos levar essa experiência e buscar o que podemos aprender com a mesma. E começar agora a estabelecer o que chamamos de limites. E tanto é que já dizia a música, “Dizer não é Dizer sim”, gravada em 1989, pela Banda Kid Abelha e composta por Paula Toller, George Israel:

Dizer não é dizer sim, 

Saber o que é bom para mim

Não é só dar um palpite,

é mostrar o meu limite (…).

Qual é o seu limite? A resposta a esta pergunta, cabe apenas a você. E a reflexão para a mesma é crucial para dar o SIM ou o NÃO.  No final, veja o que é bom para você. Arrisque-se se necessário! Se decidir-se pelo SIM ou pelo NÃO, lembre-se de fazer isso por quem realmente merece, mas não esqueça de você.

Mas ao impor seus limites ao seu SIM ou Não, é necessário também impor limites a como os outros devem se portar com você: Você não precisa aceitar quando alguém se dirige a você de uma maneira que não lhe agrada, ou quando não o trata com gentileza e respeito. E não importa se é o seu chefe, a sua sogra, o papa, o rei ou seu melhor amigo.

Tampouco importa se aceitava a situação que se sempre foi assim. Lembre-se que nunca é tarde para impor limites. Comece hoje a lutar por você, pelo poder do SIM, pela força do seu NÃO.

Texto: Thiago Perné Santos – para o Blog dos Pernés


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